Evite que ele prejudique seu rendimento no trabalho
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É tiro e queda: depois do almoço, o sono sempre prejudica a retomada do trabalho. Como é impossível tirar uma soneca antes de retomar as atividades na parte da tarde, o jeito é adotar um cardápio que ajude a amenizar esse efeito.
E “amenizar” é mesmo o verbo adequado. Sim, pois o sono é consequência natural da digestão. “Depois das refeições, o sangue passa a circular mais na região do estômago”, explica a nutricionista Juliana Stein, de São Paulo. “Com isso, a circulação na região do cérebro diminui – e o resultado é uma sensação de sonolência.”
Quanto mais pesado for o almoço, maior será o tempo de digestão e, consequentemente, mais longa a sensação de sono no trabalho. Como evitar isso? Simples. Um almoço equilibrado, que reúna os chamados “pratos coloridos” – com o predomínio de hortaliças, legumes e grãos de cores diversas – é a melhor maneira. Cenoura, beterraba, alface, brócolis, grão-de-bico, chuchu, rabanete, cebola, pepino à vontade. Para acompanhar, um bife magro, peixe ou frango grelhados. Frango sem pele, naturalmente.
A nutricionista diz que alimentos ricos em carboidratos – massas e pães, por exemplo – também devem ser consumidos com moderação, pois a glicose liberada por eles no organismo inibe a ação de uma proteína que age no cérebro, o que leva à sonolência por algum tempo. A estratégia da moderação é melhor do que usar o tradicional cafezinho para despertar. A cafeína dificulta a absorção de nutrientes como cálcio e ferro pelo organismo. Faça o teste na próxima refeição. Você verá como o número de bocejos depois do almoço vai diminuir.
Um lanchinho entre as refeições
Para que as refeições não se transformem literalmente num peso em sua vida, a nutricionista Juliana Stein recomenda um lanche leve entre o café da manhã e o almoço – e entre o próprio almoço e o jantar. Uma fruta ou uma barra de cereal são suficientes para que você não chegue morrendo de fome à mesa. “Com isso, você tem tranquilidade para escolher os alimentos certos, em vez de agir na base da empolgação.”
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Especial para o Terra
E “amenizar” é mesmo o verbo adequado. Sim, pois o sono é consequência natural da digestão. “Depois das refeições, o sangue passa a circular mais na região do estômago”, explica a nutricionista Juliana Stein, de São Paulo. “Com isso, a circulação na região do cérebro diminui – e o resultado é uma sensação de sonolência.”
Quanto mais pesado for o almoço, maior será o tempo de digestão e, consequentemente, mais longa a sensação de sono no trabalho. Como evitar isso? Simples. Um almoço equilibrado, que reúna os chamados “pratos coloridos” – com o predomínio de hortaliças, legumes e grãos de cores diversas – é a melhor maneira. Cenoura, beterraba, alface, brócolis, grão-de-bico, chuchu, rabanete, cebola, pepino à vontade. Para acompanhar, um bife magro, peixe ou frango grelhados. Frango sem pele, naturalmente.
A nutricionista diz que alimentos ricos em carboidratos – massas e pães, por exemplo – também devem ser consumidos com moderação, pois a glicose liberada por eles no organismo inibe a ação de uma proteína que age no cérebro, o que leva à sonolência por algum tempo. A estratégia da moderação é melhor do que usar o tradicional cafezinho para despertar. A cafeína dificulta a absorção de nutrientes como cálcio e ferro pelo organismo. Faça o teste na próxima refeição. Você verá como o número de bocejos depois do almoço vai diminuir.
Um lanchinho entre as refeições
Para que as refeições não se transformem literalmente num peso em sua vida, a nutricionista Juliana Stein recomenda um lanche leve entre o café da manhã e o almoço – e entre o próprio almoço e o jantar. Uma fruta ou uma barra de cereal são suficientes para que você não chegue morrendo de fome à mesa. “Com isso, você tem tranquilidade para escolher os alimentos certos, em vez de agir na base da empolgação.”
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